C Conferentia Proceedings
SBMR-02-0011 Investigações de Campo e Laboratório em Mecânica das Rochas

Esclerômetro de Schmidt em Basalto: Comparação com Ensaio de Compressão Uniaxial

Fernando Alves Cantini Cardozo1; Lauriene Ferreira Almeida2; André Cezar Zingano1; Matheus Montes Pimenta1; Renan Teixeira Nogueira1; Nelton Rodrigues de Souza1

1 UFRGS; 2 CEULP/ULBRA

doi:10.20906/CPS/SBMR-02-0011

Resumo

A resistência a compressão uniaxial é de fundamental importância quando se deseja caracterizar uma rocha ou maciço rochoso, seja isto para diversos fins tais como: abertura de minas, sejam elas subterrâneas, ou a céu aberto, ou para qualquer obra que envolva alteração nas condições originais das rochas. Para ser determinada a resistência a compressão uniaxial, o método mais aceito e mais comum é o de ensaio de compressão uniaxial sendo este normalmente realizado em laboratório de acordo com as normas em vigor para realização do ensaio e equipamentos para o mesmo, tal como prensa mecânica para ruptura de amostras. Este tipo de ensaio demanda tempo, pois as amostras devem ser previamente preparadas, além de possuir um custo elevado. Este trabalho tem como objetivo comparar os resultados de resistências a compressão obtidas no ensaio uniaxial com as obtidas no ensaio com Esclerômetro de Schmidt, visando à utilização do esclerômetro para fazer a estimativa de resistências á compressão de rochas, uma vez que esse tipo de ensaio tem baixo custo, além de ser de rápida execução e com a vantagem de poder ser realizado em campo. Para isso foram realizadas medições do Índice de Schmidt em amostras de basalto da formação Serra Geral provenientes de uma pedreira do município de Campo Bom, no estado do Rio Grande do Sul, onde o material extraído tem como destino a construção civil, para tanto se faz necessária a caracterização do material tanto para fins de estabilidade de taludes quanto para caracterização do produto. Os índices esclerométricos foram correlacionados com a densidade das amostras no Ábaco de Miller, no qual se obteve as resistências uniaxial correspondentes às amostras. Posteriormente foram realizados ensaios de compressão uniaxial nas amostras de basalto onde se obtiveram os valores da resistência para este ensaio. Os valores das resistências encontradas pelos dois ensaios foram tratados e organizados para que pudessem ser correlacionados. Após a análise estatística dos dados observou-se que os valores das méd

Palavras-chave: ESCLERÔMETRO DE SCHMIDT; COMPRESSÃO UNIAXIAL; CARACTERIZAÇÃO DE BASALTO

Como citar

Fernando Alves Cantini Cardozo; Lauriene Ferreira Almeida; André Cezar Zingano; Matheus Montes Pimenta; Renan Teixeira Nogueira; Nelton Rodrigues de Souza. “Esclerômetro de Schmidt em Basalto: Comparação com Ensaio de Compressão Uniaxial”. VII Simpósio Brasileiro de Mecânica das Rochas. SBMR2016. 2016. DOI: 10.20906/CPS/SBMR-02-0011