A COMBUSTÃO NOS FORNOS PARA FABRICAR PRODUTOS CERÂMICOS VERMELHOS NO CEARÁ
JUSCELINO CHAVES SALES SALES1; ALISSON DA CONCEIÇÃO FERREIRA FERREIRA2; JOSÉ EDUARDO VASCONCELOS DE MORAIS MORAIS3; JOÃO PAULO COSTA DO NASCIMENTO NASCIMENTO3; EMANUELLE OLIVEIRA SANCHO SANCHO4; ARMANDO JOSÉ NEVES CASTRO CASTRO3; GLENDO DE FREITAS GUIMARÂES GUIMARÂES2; ANTÔNIO SERGIO BEZERRA SOMBRA SOMBRA3
1 UNIVERSIDADE ESTADUAL VALE DO ACARAÚ; 2 INSTITUTO FEDERAL DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO CEARÁ; 3 UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ; 4 UNIVERSIDADE DE FORTALEZA
doi:10.20906/CPS/CON-2016-1434
Resumo
Os fornos utilizados na indústria de cerâmica vermelha requer um grande consumo de energia para operar e todos no estado do Ceará são à combustão. A queima dos produtos cerâmicos na indústria de cerâmica vermelha é feita utilizando em grande parte das indústrias no estado do Ceará como combustível a lenha em fornos do tipo Hoffman, Paulistinha, redondo (intermitente tipo abóboda), semi-continuo, etc. Constatou-se que nos fornos de uma grande quantidade das cerâmicas no Ceará não é feito o controle da combustão, onde se tem excesso de combustível (lenha, casca de castanha, óleo BPF, casca de coco, cavaco de madeira etc.) ou de ar (comburente) acarretando prejuízos para o processo produtivo, como também a combustão mal feita afeta as emissões geradas. Faz-se necessário uma maior otimização da operação de combustão nas indústrias analisadas onde somente uma apresentou controle da combustão utilizando forno do tipo túnel. Os fornos em quase sua totalidade apresentam baixa eficiência energética.
Palavras-chave: combustão; cerâmica vermelha; fornos; eficiência energética