C Conferentia Proceedings
CON-2016-0550 21. TRIBOLOGIA

Análise de desempenho do óleo de carnaúba como biolubrificante em um sistema tribológico

Synara Lucien de Lima Cavalcanti1; Fernanda Alves Ribeiro2; Rudson de Sousa Lima2; José Ubiragi de Lima Mendes1; Oto Lima Albuquerque Neto1

1 Universidade Federal do Rio Grande do Norte; 2 Universidade Federal Rural do Semi-Árido

doi:10.20906/CPS/CON-2016-0550

Resumo

Responsável por reduzir o desgaste relativo ao atrito, proteger o metal contra a oxidação, corrosão e dissipar o calor excessivo, o lubrificante é essencial para o equilíbrio de um sistema mecânico. A origem dos óleos lubrificantes é, em geral, mineral sendo extraídos a partir do petróleo. Mas a busca por uma nova fonte de produção de lubrificantes faz-se necessário para suprir futuras demandas e diminuir os possíveis danos ambientais. O óleo vegetal sendo um recurso renovável tem na sua utilização vantagens nos aspectos ambientais, sociais e econômicos. Em pesquisas recentes foram comprovadas como satisfatórias as propriedades físico-químicas do óleo de carnaúba, sendo comparáveis com as do óleo mineral SAE 10W30 API SM. Neste contexto, desenvolveu-se um projeto para análise de seu desempenho como lubrificante em um sistema tribológico. Nesta metodologia de ensaio, obteve-se o histórico térmico relativo, e a quantificação de desgaste, com ambos os óleos. Assim, pode-se emitir um parecer comparativo entre o óleo de carnaúba e o óleo SAE 10W30 API SM. Diante dos resultados, percebeu-se que o óleo de carnaúba quando comparado com o óleo SAE 10W30 API SM apresenta maior eficiência ao lubrificar um sistema mecânico, apresentando menor desgaste e maior capacidade em dissipar o calor.

Palavras-chave: Biolubrificante; Óleo de carnaúba; Sistema tribológico

Como citar

Synara Lucien de Lima Cavalcanti; Fernanda Alves Ribeiro; Rudson de Sousa Lima; José Ubiragi de Lima Mendes; Oto Lima Albuquerque Neto. “Análise de desempenho do óleo de carnaúba como biolubrificante em um sistema tribológico”. IX Congresso Nacional de Engenharia Mecânica. CONEM2016. 2016. DOI: 10.20906/CPS/CON-2016-0550