C Conferentia Proceedings
CB-04-0172 Fundações e Estruturas de Contenção

Estudo da resistência ao arrancamento vertical das estacas de sucção

cássia maria de assis rangel melo1; sérgio tibana2; fernando Saboya2; rodrigo martins Reis2

1 IFF; 2 UENF

Baixar PDF doi:10.20906/CPS/CB-04-0172

Resumo

O principal objetivo deste trabalho foi avaliar a influência da geometria da parede externa da estaca de sucção quando se compõe um sistema de ancoragem para as estruturas utilizadas na indústria de petróleo e parques eólicos offshore flutuante. A ênfase é dada para o mecanismo de transferência de carga ao redor da estaca e também para a resistência ao arrancamento vertical em relação a diversas geometrias da superfície do fuste. Os resultados obtidos na modelagem centrífuga com modelos reduzidos foram comparados com as previsões da modelagem analítica e numérica utilizadas para projetar estacas de sucção. Os testes com modelos reduzidos centrifugados foram realizados para avaliar o papel da rugosidade da parede externa da estaca na resistência ao arrancamento das estacas de sucção, em 40 g numa centrífuga geotécnica instalada no laboratório de modelagem física na UENF. As estacas foram instaladas em condição 1g usando um dispositivo especial projetado para este fim específico combinando carga e vácuo, imitando o processo real de instalação do protótipo. As previsões das formulações apresentadas são comparadas aos resultados obtidos para os três ensaios realizados. As formulações para determinar a capacidade de carga de estacas de sucção são baseadas no equilíbrio de forças que atuam na estaca durante o arrancamento, essas são compostas por três parcelas:  Peso da estaca + peso da bucha de solo (W);  Resistência de ponta da estaca (quponta);  Resistência lateral (qlateral). Os resultados plotados foram os obtidos para cada equação apresentada em função do contato estaca alumínio/solo. A estaca mais rugosa tem toda a sua área lateral (100%) em contato solo/solo, a estaca rugosa tem 50% da sua área lateral em contato solo/solo, a menos rugosa tem 25% da sua área lateral em A partir dos resultados obtidos com a previsão analítica pôde-se observar que os valores para a força de arrancamento com modo de ruptura à tração, na base da estaca, são inferiores aos obtidos nos ensaios. Com as formulações de ruptu

Palavras-chave: estacas de sucção; fundação offshore; modelos centrífugos com escala reduzida

Como citar

cássia maria de assis rangel melo; sérgio tibana; fernando Saboya; rodrigo martins Reis. “Estudo da resistência ao arrancamento vertical das estacas de sucção”. XVIII Congresso Brasileiro de Mecânica dos Solos e Engenharia Geotécnica. COBRAMSEG2016. 2016. DOI: 10.20906/CPS/CB-04-0172