Avaliação de métodos de degradação do corante laboratorial vermelho de metila
Rafael Carminati; VIVIANE DA SILVA LOBO
doi:10.20906/CPS/SICITE2015-1019
Resumo
Os métodos clássicos que são utilizados no tratamento de efluentes usam diferentes combinações de processos biológicos, físicos e químicos, porém os corantes que tem moléculas complexas e estáveis são dificeis de serem degradados biológicamente, sendo assim, é preciso de outros métodos para a degradação desses. A quantidade de efluentes produzidos dentro de um laboratório é grande e dentre esses os corantes são os principais, encontrar um método eficaz para a degradação destes corantes é de suma importância. Os Processos oxidativos avançados são caracterizados por reações de oxidação química intermediadas pelo radical hidroxila, espécie extremamente reativa e pouco seletiva. O trabalho focou-se na comparação entre dois métodos o foto-fenton e o fenton, baseiam-se em processos físicos químicos que reagem com os radicais oxidantes fortes, principalmente hidroxila, destruindo a maioria das moléculas tóxicas. O método foto-fenton se mostrou mais rápido e melhor pois com menor quantidade de reagentes a degradação foi rápida enquanto o método fenton precisa de concentrações mais altas para uma degradação em pouco tempo. Nos processos Fenton, o lento consumo de H2O2 poderia garantir a ocorrência de reações por tempo de até 60 min. Entretanto, o rápido consumo de Fe2+ inviabiliza a reação por tempos prolongados, o que representa uma das maiores limitações do processo.As análises foram feitas na temperatura ambiente com o controle do pH da solução degradada. As análises foram feitas no espectrofotômetro UV-VIS.
Palavras-chave: Degradação; Fenton; Vermelho de Metila; Hidroxila