C Conferentia Proceedings
SICITE2015-1011 Engenharias

Avaliação da Influência da Tensão Residual na Resistência à Cavitação de Revestimentos FeMnCrSiB depositados por HVOF

Henrique Eduardo de Boer; Anderson Geraldo Marenda Pukasiewicz

doi:10.20906/CPS/SICITE2015-1011

Resumo

Resumo - Devido enorme impacto econômico do desgaste na indústria, desenvolveu-se processos de aspersão térmica, buscando reduzir esse desgaste a partir da aplicação revestimentos, mais resistentes ao desgaste, nas superfícies dos materiais sujeitos a condições degradantes. Um dos processos de asperção térmica cada vez mais vem se utilizando, é o processo de HVOF (High Velocity Oxigen Fuel), que é realizado com baixas temperaturas e altas velocidades das partículas. Uma das formas de desgaste mecânico, é a erosão causada por cavitação, que ocorre comumente em turbinas hidráulicas, bombas, e outros equipamentos em contato com fluidos. O presente trabalho busca analisar a influência da modificação de parâmentros, durante o processo de aspersão por HVOF, na formação de tensões residuais e sua influência na resistência à cavitação. Buscando assim, fazer uma correlação entre as propiedades mecânicas obtidas no revestimento aspergido, com as variações nos parâmetros do processo, mostrando sua influência na perda de massa por cavitação. Primeiramente, analisando a influência da velocidade das partúclas, constatou-se que maiores valores de tensão residual compressiva, foram obtidos, com menores distâncias de aspersão. Observou-se uma por fim, uma correlação, do aumento da tensão residual compressiva do revestimento, com o aumento da dureza do mesmo. E já no aspecto da perda de massa por cavitação, também verificou-se que com maior tensão residual compressiva, melhores os resultados da análise.

Palavras-chave: Asperção Térmica; HVOF; Cavitação

Como citar

Henrique Eduardo de Boer; Anderson Geraldo Marenda Pukasiewicz. “Avaliação da Influência da Tensão Residual na Resistência à Cavitação de Revestimentos FeMnCrSiB depositados por HVOF”. XX Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica. SICITE2015. 2015. DOI: 10.20906/CPS/SICITE2015-1011