BALA SOFT E DURA DE UMA MESMA MARCA: COMPARAÇÃO QUALITATIVA E PREFERÊNCIA DO CONSUMIDOR
Sabrina Sadalla Collese; Carla Adriana Pizarro Schmidt
doi:10.20906/CPS/SICITE2015-0908
Resumo
O mundo moderno vem sofrendo aceleradas transformações socioeconômicas e políticas que têm levado as empresas a adotarem estratégias diferenciadas para elevarem a qualidade de seus produtos. Em relação a comparação de balas abordada neste trabalho, analisou-se que a diferença entre os diversos tipos de balas está no tipo de açúcares e na quantidade de água, assim como o tempo de cozimento e gordura adicionada nas balas mastigáveis e caramelos. Os ingredientes básicos das balas são o açúcar e o xarope de glucose combinados com os corantes, essências e ácidos. Com base nesta premissa e vislumbrando atender esta nova tendência de mercado, a proposta deste trabalho foi a realização de análises sensoriais, e com os resultados obtidos e o auxílio de ferramentas computacionais, Action do Excel, Consensor e Senso Maker, comparou-se a aceitação de cada produto no mercado. Apesar da bala A ter seu preço superior ao da bala B, ela não mostrou sensorialmente superior, pois a bala B teve aceitação média em torno de 59% em relação a escala hedônica, provadores que gostaram do produto. Já a bala A teve aceitação um pouco abaixo, em torno de 57%, dessa forma nenhum dos produtos apresentou a aceitação mínima de 70% recomendada pela literatura para garantir que o produto seja bem aceito pelo mercado consumidor de onde se pode concluir que a indústria está desfalcada em relação ao produto como um todo e principalmente em relação ao visual o qual apresentou elevados percentuais de rejeição. Outro fator que influenciou a preferência pela bala da marca B foi pelo motivo das pessoas estarem acostumadas a consumir balas de café duras ao invés de balas de café mastigáveis, portanto houve uma pequena rejeição cultural em relação a bala A, por ser mastigável e sair do padrão esperado de uma bala de café convencional.
Palavras-chave: comparação qualitativa; analise sensorial; preferência do consumidor