C Conferentia Proceedings
SICITE2015-0362 Ciências Biológicas

Obtenção do colágeno hidrolisado através do tratamento com pepsina

Thamires da Silva Souza; Fernanda Gonzales Paião

doi:10.20906/CPS/SICITE2015-0362

Resumo

O presente trabalho trata - se de uma pesquisa experimental no qual tinha como objetivo digerir o colágeno bovino através do tratamento com enzima, sendo esta a pepsina. O colágeno utilizado foi fornecido em forma de fibra pela indústria A. M. Goldstein do Brasil Alimentos LTDA. Ele foi digerido em tempos diferentes e em concentrações diferentes de enzima, para que com um tempo maior de digestão com enzima pudesse apresentar peptídeos de colágeno com baixo peso molecular. Portanto o colágeno tratado com pepsina obtivemos a formação de peptídeos com alto peso molecular formando então um colágeno parcialmente hidrolisado. Este colágeno com característica parcialmente hidrolisado é muito utilizado em indústrias de alimentos, não tendo utilidade para o campo de cosméticos e de medicamentos. Após hidrólise com pepsina observou-se a produção de frações peptídicas de alta massa molecular, e um amplo intervalo de fracionamento, mesmo nos tratamentos por períodos mais prolongados. Estes intervalos variaram entre 235 a 40kDa para pepsina, ou seja foram produzidas frações peptídicas de alta massa molecular foram produzidas como emprego desta enzima. Observa-se ainda, que próximo as canaletas dos géis tratados com pepsina, há uma tonalidade mais escura, ou seja, uma azul mais acentuado, indicando que a amostra possuía alta massa molecular, que não foi possível passar pelo gel de empilhamento. Concluímos, portanto que a fração retida na superfície representa colágeno que não sofreu hidrólise, ou seja, ainda se encontra em sua forma nativa com aproximadamente 300 kDa.

Palavras-chave: Colágeno bovino; ; Tratamento enzimático;; Colágeno Hidrolisado;; Pepsina.

Como citar

Thamires da Silva Souza; Fernanda Gonzales Paião. “Obtenção do colágeno hidrolisado através do tratamento com pepsina”. XX Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica. SICITE2015. 2015. DOI: 10.20906/CPS/SICITE2015-0362