C Conferentia Proceedings
EGEN2016-0191 Gestão Financeira

A Relação entre a Intensidade Tecnológica e o Grau de Intangibilidade no Desempenho Financeiro da Indústria Brasileira

Guilherme Afrânio Machado1; Guilherme Afrânio Machado1; Luciana Carvalho1; Luciana Carvalho1

1 Universidade Federal de Uberlândia - UFU

Resumo

Este trabalho tem como objetivo verificar a relação entre o grau de intangibilidade e o desempenho econômico na indústria brasileira, de acordo com a intensidade tecnológica dos setores. Como classificação de intensidade tecnológica foi utilizada a classificação elaborada pela Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). A amostra foi constituída de dados de empresas brasileiras listadas na BM&FBovespa nos anos de 2012, 2013 e 2014. A técnica estatística contou com dados em painel com efeitos fixos e aleatórios, conforme Teste Hausman. No que concerne às variáveis, em vista de traduzir a dimensão intangível das organizações, o grau de intangibilidade foi utilizado como principal variável dependente, enquanto ROA e ROE foram utilizados como variáveis independentes no intuito de traduzir o desempenho financeiro das corporações. Os resultados revelam que não existe diferença significativa quanto à relação intangibilidade desempenho entre setores com alta e média-alta intensidade tecnológica e baixa e média baixa intensidade tecnológica. Ademais, observou-se que o Grau de Intangibilidade não apresenta influência significativa em indicadores como ROA e ROE. A pesquisa contribui para o entendimento de tal relação em cenário nacional e traz indícios de que os resultados estejam ligados à própria natureza da maioria das corporações de capital aberto brasileiras.

Palavras-chave: Grau de Intangibilidade; Grau de Intangibilidade; Desempenho Financeiro; Desempenho Financeiro; Intensidade Tecnológica; Intensidade Tecnológica

Como citar

Guilherme Afrânio Machado; Guilherme Afrânio Machado; Luciana Carvalho; Luciana Carvalho. “A Relação entre a Intensidade Tecnológica e o Grau de Intangibilidade no Desempenho Financeiro da Indústria Brasileira”. Encontro de Gestão e Negócios 2016. EGEN2016. 2016. Código: EGEN2016-0191