Custo de uma Rede de Ar Comprimido
Lídia Carvalho1; Luciane Araújo2; Luiz Portela1; Ricardo Soares1; Anderson Fortes1
1 Instituto Federal do Piauí; 2 Instituto Federal do Maranhão
doi:10.20906/CPS/CON-2016-1240
Resumo
Algumas vantagens do ar comprimido como meio de transporte de energia, diante de outros meios, como baixo custo de manutenção, uso prolongado dessa ferramenta sem superaquecimento, tem feito as indústrias optarem por essa ferramenta em seus processos industriais. Porém, o uso indevido do ar comprimido acarreta em alguns custos financeiros para a indústria que o utiliza. No uso do ar comprimido, o compressor, responsável por comprimir o ar, é de indispensável importância quando se diz respeito a seu dimensionamento, de acordo com produção da indústria que o mesmo alimenta. Estes equipamentos requerem uma atenção especial, em virtude do grande consumo de energia necessário para o seu funcionamento, podendo em alguns casos chegar a representar 40% do custo da energia elétrica de uma instalação. Da mesma maneira, o reservatório de ar, que comporta o ar comprimido, precisa ser adequadamente dimensionado, uma vez que seu subdimensionamento ou superdimensionamento afeta diretamente o trabalho do compressor da rede. Até as tubulações, que levam o ar comprimido do reservatório até a ferramenta pneumática ou equipamento, devem estar devidamente dispostas na rede de ar comprimido e ter seus diâmetros bem dimensionados, para não haver grande perda de carga, que, também, afetaria o trabalho do compressor. Com base nos dados da literatura e nos dados colhidos na rede de ar comprimido analisada, este presente trabalho pretende esboçar os custos de uma rede de ar comprimido, observando os principais contribuintes para um aumento de custos na rede, e uma das melhores alternativas para a rede analisada, para diminuir custos de energia elétrica.
Palavras-chave: Ar Comprimido; Custos; Energia; Dimensionamento