TAXA DE EVAPORAÇÃO DA GASOLINA COMUM EM TANQUES DE POSTOS DE COMBUSTÍVEIS: UMA AVALIAÇÃO EM FUNÇÃO DA TEMPERATURA.
Thiago da Silva André1; Francisco de Assis Oliveira Fontes1; Ângelo Roncalli Oliveira Guerra1; Cleiton Rubens Formiga Barbosa1; Isaac Pericles Maia Medeiros1; Ramon Rudá Brito Medeiros1
1 UFRN
doi:10.20906/CPS/CON-2016-0390
Resumo
Este artigo é resultado de um estudo de análises experimentais que mediram a taxa de evaporação da gasolina comum, realizados para seis valores de temperaturas diferentes, seguido de uma análise de custos das perdas por evaporação, aplicada a tanques subterrâneos de postos de combustíveis. A gasolina comum é formada por uma variada quantidade de elementos químicos, dentre esses o compostos de nitrogênio, enxofre que destacam-se por sua volatilidade e, por isso, vapores desse combustível quando liberados para atmosfera podem causar danos ao meio ambiente. Em postos revendedores de combustíveis, esse vapor é liberado quando do abastecimento do veículo ou pelas linhas de respiro do Sistema de Abastecimento Subterrâneo de Combustíveis - SASC. Quando o posto não possui proteções contra essas emissões fugitivas, elas atingem flora, rios, lençóis freáticos etc. Além da contaminação dos recursos naturais, a perda por evaporação atinge as finanças do posto de combustível, tanto pelas multas geradas pelas contaminações, quanto pela perda de ativo, a própria gasolina comum.
Palavras-chave: Taxa de evaporação; Gasolina Comum; Emissões