METODOLOGIAS PARA ESTIMATIVA DE RESPOSTA EXTREMA DE PLATAFORMAS FIXAS
Thais Fernandes Ferreira da Silva1; Luís Volnei Sudati Sagrilo1; Fernando Jorge Mendes de Sousa1
1 Programa de Engenharia Civil, COPPE, Universidade Federal do Rio de Janeiro, Brasil
Baixar PDF doi:10.20906/CPS/CILAMCE2015-0153
Resumo
Atualmente encontram-se disponíveis na literatura diversas metodologias para a obtenção da resposta extrema em estruturas offshore. A opção por qualquer uma delas depende de vários fatores, tais como o tempo disponível para o desenvolvimento do projeto, a complexidade da estrutura e o custo computacional envolvido. A principal norma de projeto de plataformas fixas, API-RP-2A (2000), apresenta duas metodologias para avaliação da resposta extrema, a Onda Regular Centenária e a Tempestade de Projeto. Já a NORSOK Standard N003 (2007) apresenta, além destas metodologias, o Contorno Ambiental e a Estatística de Longo Prazo da Resposta. O objetivo principal deste trabalho é apresentar uma análise comparativa dos resultados obtidos pelas diversas metodologias de análise de curto e longo prazo, para obtenção dos valores extremos mais prováveis de tensões combinadas em diferentes elementos estruturais da jaqueta de plataformas fixas. Neste trabalho foram realizadas análises no domínio do tempo de 2 jaquetas em diferentes lâminas d'água, e os valores extremos de tensão combinada foram avaliados pelos quatro métodos citados anteriormente. Os resultados obtidos pelas metodologias Tempestade de Projeto e Contorno Ambiental são muito similares entre si, e sistematicamente menores que aqueles obtidos pela metodologia da Estatística de Longo Prazo da Resposta. Já a metodologia de Onda Regular fornece valores ora maiores ora menores que aqueles obtidos com a metodologia da Estatística de Longo Prazo da Resposta.
Palavras-chave: Plataformas Fixas; Critérios de Projeto; Resposta extrema