C Conferentia Proceedings
CB-07-0018 Geossintéticos

VERIFICAÇÃO DA CAMADA DE PROTEÇÃO MÍNIMA RECOMENDADA PARA USO SOBRE GCL POR MEIO DE SUA DEFORMIDADE

Gustavo Dias Miguel1; Márcio Felipe Floss2; Aline Baruffi2

1 Universidade de Passo Fundo, Curso de Engenharia Civil; 2 Universidade de Passo Fundo, Prog. De Pós Graduação em Engenharia Civil e Ambiental

Baixar PDF doi:10.20906/CPS/CB-07-0018

Resumo

GCLs são compostos de uma fina camada de bentonita sódica ou cálcica ligado a uma camada ou camadas de geosintéticos. A união destes pode se dar através de cola adesiva, costura simples ou costura por entrelaçamento contendo bentonita de ambos os lados, ou não. Dentre suas características a baixa condutividade hidráulica (k<10-10 m/s) o que justifica seu uso em, além de aterros sanitários, proteção em tanques de combustíveis contra vazamentos e em canais. Quando da sua utilização em uma destas situações, o mesmo corre risco de perfuração durante sua instalação, reduzindo sua capacidade de impermeabilização, mesmo que, a bentonita possua características de cicatrização, podendo então, tentar novamente fazer com que o material obtenha sua impermeabilidade, faz-se necessário garantir a manutenção desta e para isto a estimativa de uma camada mínima de proteção. Fox et al. (1997) através de uma versão modificada do ensaio de penetração California Bearing Ratio (CBR), buscam avaliar a espessura mínima de solo de cobertura e, posterior a deformação ocorrida neste. Neste trabalho foi utilizado um resíduo como material de cobertura oriundo do beneficiamento de ágata, onde, por meio de peneiramento obteve-se este na granulometria de areia fina para posterior aplicação a uma densidade de 50%. Da mesma forma que Fox et al. (1997) buscou-se determinar a razão mínima de cobrimento esta sendo dada entre a variação da altura de cobrimento H e o diâmetro B da agulha utilizada nos ensaios (H/B) sendo então testadas as razões 0,5, 1,0, 1,5, 2,0 e 3,0 para posterior análise da deformação ocorrida no GCL e correlação com sua camada de proteção. Da mesma forma, procurou-se variar o diâmetro da agulha utilizada tomando o cuidado para que se mantivesse uma relação entre uma e outra utilizando assim, diâmetros de 50mm e 25mm. O uso do pistão com diâmetro de 25mm faz com que isto acabe se tornando função direta da camada de cobrimento utilizada, em virtude da relação H/B. A variação entre agulhas tem por objetivo a comparação entre as mes

Palavras-chave: Geosynthetic Clay Liner; GCL; Camada de Proteção

Como citar

Gustavo Dias Miguel; Márcio Felipe Floss; Aline Baruffi. “VERIFICAÇÃO DA CAMADA DE PROTEÇÃO MÍNIMA RECOMENDADA PARA USO SOBRE GCL POR MEIO DE SUA DEFORMIDADE”. XVIII Congresso Brasileiro de Mecânica dos Solos e Engenharia Geotécnica. COBRAMSEG2016. 2016. DOI: 10.20906/CPS/CB-07-0018