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CB-04-0107 Fundações e Estruturas de Contenção

ESTIMATIVA DO COEFICIENTE DE RECALQUE (COEFICIENTE DE MOLA) ATRAVÉS DE MÉTODOS SEMI-EMPÍRICOS ESTATÍSTICOS

Dickran Berberian1

1 ENGENHARIA DE SOLOS E INFRA-ESTRUTURAS LTDA

Baixar PDF doi:10.20906/CPS/CB-04-0107

Resumo

Trata-se da determinação do Coeficiente de Recalque, também conhecido como Coeficiente de Mola ou Modulus of Subgrade Reaction, através de métodos semi-empíricos estatísticos, levando em conta os recalques calculados, provas de carga em placa e os parâmetros elásticos, E e μ. Em face do programa habitacional implantado no Brasil, ressurge a preferência dos projetistas em projetar fundações em radiers para unidades habitacionais de pequeno porte, inclusive baixando a pressão para implanta-los sobre solos moles. Para definir as condições de apoio do radier, normalmente subdividido em faixas (vigas), torna-se necessário o claro conhecimento da rigidez relativa da viga, que por sua vez depende do Coeficiente de Recalque. Por esta razão está ocorrendo uma grande procura para a determinação do Coeficiente de Recalque e dos métodos computacionais aplicados ao projeto de Radiers e Vigas Sobre Base Elástica. Persiste ainda dúvidas na definição e na correta utilização do Coeficiente de Recalque "unitário" kb, obtidos em provas de carga sobre placa padrão de 1x1 pé, cuja unidade é KN/m³, quase sempre utilizado erroneamente nos projetos quando deveria ser utilizado o Módulo de Recalque KB. KB é o Coeficiente de recalque kb corrigido para a largura B e para a forma das fundações, passando a ter unidade de tensão, KN/m². Considerou-se neste artigo uma primeira média baseada nas várias proposições dos vários métodos semi-empíricos existentes, descritos a seguir. Admite-se um desvio padrão de μ=40% em relação a média das propostas para obtenção do Coeficiente de Recalque, tomado como sendo a segunda média dos valores remanescentes após desconsiderar os valores 40% acima ou abaixo da primeira média. Na análise dos métodos semi-empíricos adotou-se as recomendações de Bowles (1988) correlacionando o coeficiente de recalque k30 com o SPT (N60), do Beton Kalender (1962) || DIN/ Karll H. Wölfer (1965) correlacionando o Coeficiente de Recalque para placas 30,48x30,48

Palavras-chave: correlações ; coeficiente de recalque; métodos semiempiricos; prova de carga; SPT

Como citar

Dickran Berberian. “ ESTIMATIVA DO COEFICIENTE DE RECALQUE (COEFICIENTE DE MOLA) ATRAVÉS DE MÉTODOS SEMI-EMPÍRICOS ESTATÍSTICOS ”. XVIII Congresso Brasileiro de Mecânica dos Solos e Engenharia Geotécnica. COBRAMSEG2016. 2016. DOI: 10.20906/CPS/CB-04-0107