C Conferentia Proceedings
CB-04-0095 Fundações e Estruturas de Contenção

Estudo da Carga de Ruptura de Trilhos Metálicos de Seção Simples, Carregados à Compressão em Solo de Diabásio da Região de Campinas - SP

Dirney Cury Filho1; Rogério Carvalho Ribeiro Nogueira2; João Alexandre Paschoalin Filho3; David Carvalho1

1 Universidade Estadual de Campinas - Unicamp; 2 Universidade Anhembi Morumbi; 3 Universidade Nove de Julho

Baixar PDF doi:10.20906/CPS/CB-04-0095

Resumo

A utilização de estacas metálicas no Brasil tem se tornado, nos últimos anos, uma solução viável como alternativa em obras de fundação. Dentre as suas vantagens, podem ser destacadas sua capacidade de carga, baixo nível de vibração durante a execução, possibilidade de cravação em solos de difícil transposição, facilidade de corte e emenda, atendimento as várias fases da construção da obra e etc. Entretanto, mesmo com as vantagens apresentadas, o meio técnico ainda pouco utiliza este tipo de estaca como elemento de fundação, sendo os perfis metálicos utilizados predominantemente em contenções. As estacas metálicas no Brasil tem se tornado nos últimos anos uma solução economicamente viável como alternativa de fundações devido à sua capacidade de carga e as vantagens durante seu processo executivo, tais como: baixo nível de vibração durante a cravação; possibilidade de cravação em solos de difícil transposição; facilidade de corte e emenda; podem atender as várias fases de da construção da obra; etc. Há mais de 120 anos essa prática tem sido empregada em todo mundo e no Brasil essa solução tem conquistado mais espaço através de perfis laminados tipo "I" e "H" e trilhos (novos ou usados) simples e duplos. Diante deste contexto, este trabalho apresenta a avaliação da carga de ruptura de 5 (cinco) estacas metálicas tipo trilho TR 37 de seção simples por meio da condução de provas de carga estáticas, realizadas em concordância conforme as recomendações da ABNT: NBR 12.131. Dentre as estacas ensaiadas, compostas por trilho simples, sendo três cravadas até a profundidade de 18 m, uma executada a profundidade de 12 m e outra a 22 m. As estacas deste foram implantadas no Campo Experimental da Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP), onde foram já foram conduzidas diversas provas de cargas em diferentes tipos de estacas por pesquisadores como: Paschoalin Filho (2008), Nogueira (2004) e Albuquerque (1996). Esta área também já foi caracterizada geotecnicamente por meio dos trabalhos conduzidos por Giacheti (1991), Mona

Palavras-chave: Estaca Metálica; Estaca Trilho; Prova de Carga Estática

Como citar

Dirney Cury Filho; Rogério Carvalho Ribeiro Nogueira; João Alexandre Paschoalin Filho; David Carvalho. “Estudo da Carga de Ruptura de Trilhos Metálicos de Seção Simples, Carregados à Compressão em Solo de Diabásio da Região de Campinas - SP”. XVIII Congresso Brasileiro de Mecânica dos Solos e Engenharia Geotécnica. COBRAMSEG2016. 2016. DOI: 10.20906/CPS/CB-04-0095